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quarta-feira, 14 de março de 2012

Abra os olhos: não subestime o sono no trânsito!

 
 

Todo mundo tem sono. Mais cedo ou mais tarde, a postura fica relaxada, a cabeça pesada e os olhos querem fechar a qualquer custo. Sabendo disso, é importante jamais subestimar o tamanho do seu sono para continuar dirigindo.

A sonolência é responsável por mais de 10% dos acidentes de carro, percentual considerado muito alto comparado ao das outras causas. Com possibilidade para diminuir (e muito!) a capacidade de dirigir – já que é responsável pela perda de atenção, memória e tempo de reação – a sonolência é delicada, principalmente para quem precisa prestar bastante atenção em algo, como os motoristas e motociclistas.

O sono não é consequência apenas do cansaço, mas também de distúrbios de saúde. Nosso desempenho físico e mental está diretamente ligado a uma boa noite de sono.

O efeito de uma madrugada em claro é semelhante ao de uma embriaguez leve: a coordenação motora é prejudicada e a capacidade de raciocínio fica comprometida, levando o motorista a um estado mental chamado “hipnose de estrada” – isto é, dormir com os olhos abertos.
Confira alguns sinais de sono que você não deve ignorar:
* Perceber os olhos fechando involuntariamente;
* Não perceber que estava dirigindo;
* Bocejar e coçar os olhos com frequência;
* Sentir a cabeça tombando para frente;
* Pequenos desvios na trajetória do veiculo;
* Entrar na contramão sem querer.

Para evitar qualquer um destes sintomas, siga estas dicas e se mantenha acordado!
* Durma uma boa noite de sono antes de viajar;
* Evite viajar entre 23h e 4h;
* Faça intervalos para descansar.
E você, sabia que o sono podia ser tão perigoso na direção? Comente! :)

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COMO CONSERVAR A PINTURA DO SEU CARRO


Muitos fatores podem comprometer a pintura do seu carro. Entre os mais comuns estão fezes de aves, poeira, barro, maresia, chuva, folhas secas, entre outros, mas manter a pintura sempre bonita, brilhando e com aspecto de nova é perfeitamente possível desde que algumas dicas sejam seguidas:

Veja as dicas para conservar a pintura do seu carro

1 Lave o seu carro uma vez por semana ou quando pegar poeira ou barro, após chuvas e principalmente após a praia pois a maresia acaba com a pintura;
2 – O carro deve ser lavado na sombra para evitar que os raios solares em conjunto com os produtos químicos utilizados na lavagem, causem manchas na lataria;
3 – Antes de lavar o carro, verifique se não há partículas sólidas como, por exemplo, grãos de areia sobre a lataria;
4 – Enxágüe a lataria primeiramente com água e depois então com água e sabão;
5 – Utilize água com baixa pressão, pois a presença de partículas de areia, poeira e outras coisas podem arranhar a lataria se utilizados jatos de alta pressão de água;
6 – Utilize algodão prensado para polimento para enxaguar o carro;
7 – Jamais utilize detergente de cozinha, querosene ou solvente para lavar o carro;
8 – O produto adequado para a lavagem do carro são xampus específicos para automóveis;
9 – Seque muito bem a lataria do veículo para evitar manchas;
10 – Realize o polimento da pintura a cada seis meses;
11 – Aplique preferencialmente cera cristalizadora uma vez por mês com estopa
12 – Após a aplicação da cera, dê o brilho com uma flanela sempre com movimentos circulares;
13 – A cera não deve secar na lataria por muito tempo, por isso, aplique pequenas quantidades em pequenas áreas do carro e não no carro todo de uma vez só;
14 – Se possível de 6 em 6 meses faça uma cristalização que é a aplicação de uma espécie de cera cristalizadora porém feito através de máquinas próprias para isso;
15 – Ao abastecer o carro, verifique se a gasolina não respingou na lataria, pois isso com certeza manchará a pintura. Se pingar, lave imediatamente;
16 – Caso o carro fique estacionado por muito tempo (dias), cubra-o com uma capa para evitar a exposição ao sol, poeira, vento e chuva.

Siga estas dicas e tenha a pintura do seu carro sempre conservada e brilhando.


 

segunda-feira, 12 de março de 2012

DEU PANE?

Deu pane? Não entre em pânico
Apesar de toda a tecnologia que equipa os carros modernos, qualquer motorista ainda está sujeito a enfrentar uma pane nos momentos mais inesperados. Por isso, nós selecionamos os principais motivos que podem fazer um carro parar de funcionar - além de outros problemas corriqueiros - e as providências necessárias. São noções básicas para você não ficar refém de oportunistas que se aproveitam da falta de conhecimento para inventar diagnósticos e cobrar por serviços desnecessários:
O CARRO PAROU. O QUE PODE SER?
 
BATERIA. Se a luz indicativa da bateria no painel estiver acesa, o problema pode ser com ela ou com o alternador, que pode estar com defeito ou quebrado. Quando isso acontece, a energia da bateria é usada até o fim sem que haja a reposição da carga. Levando o carro até um auto-elétrico, o problema será resolvido com uma recarga na bateria ou realizando-se sua troca. Se for o alternador, ele também pode ser recondicionado ou, em um caso mais grave, trocado.
BOBINA. Pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Quando isso ocorre, pode ser um sinal de desgaste da peça. Ela pára de produzir corrente e o carro não liga. O jeito é esperar que esfrie. Para acelerar o processo, desligue a chave, abra o capô e coloque um pano molhado sobre a bobina. Esperando cerca de dez minutos, o carro volta a ligar. Trata-se de uma solução de emergência. Assim que puder, passe em um auto-elétrico e troque a peça.
BOMBA DE COMBUSTÍVEL. Muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o líqüido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. No caso de carro com carburador, pode-se desencaixar dele a mangueira do combustível e pedir a alguém que acione a partida. Normalmente, a gasolina sairá pela mangueira. Se isso não acontecer, ela está com defeito. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.
CORREIA DENTADA. Ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. Pode se partir, geralmente em movimento. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 000 ou 50 000 quilômetros.
MOTOR AFOGADO. O motor pode parar de funcionar com o carro em movimento ou nem dar a partida. Ele pode ter “afogado” por excesso de combustível. Provavelmente uma falha no sensor de temperatura provocou o problema. O afogamento ocorre com mais freqüência em carros equipados com carburador. Aguarde um tempo e experimente ligá-lo de novo. Se não der certo, chame a assistência técnica.
TAMPA DO DISTRIBUIDOR. Tampa do distribuidor trincada não deixa o carro funcionar. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho com um mínimo de conhecimento sobre mecânica.
PROBLEMAS CORRIQUEIROS
O motor demora para pegar e perde rendimento. Quando funciona, falha ou engasga. O que acontece?
• Combustível adulterado
• Tanque de combustível com sujeira
• Bicos injetores entupidos ou sujos
• Vela cansada
• Cabo das velas com defeito
• Carburador sujo
• Platinado gasto
• Cachimbo gasto
• Filtro de combustível entupido
• Bomba de combustível com defeito
O carro começou a trepidar. Qual pode ser a causa?
• Coxim do motor defeituoso
• Platô e disco de fricção defeituosos
• Um ou dois cabos de vela podem ter soltado ou, ainda, podem ter se partido
• Se a trepidação é no volante, é problema de balanceamento ou alinhamento das rodas
• A suspensão está com defeito
O veículo está consumindo mais combustível. O que pode ser?
• Vela cansada
• Bicos injetores sujos ou entupidos
• Filtro de combustível entupido
• Óleo de motor ou correia dentada frouxa
• O motor está sendo forçado e as marchas não estão sendo usadas corretamente
• Pneus descalibrados e/ou muito desgastados
• Estilo agressivo de dirigir
• Combustível adulterado
• Tubo e filtro do respiro do óleo do cárter entupido
As marchas arranham durante o engate. O que acontece?
• Embreagem com defeito no platô ou disco desgastado
• Pedal da embreagem mal regulado, muito alto ou muito baixo
• Trambulador do câmbio mal ajustado ou sincronizador desgastado ou com defeito
• Em situação mais extrema, dentes da engrenagem muito desgastados ou até quebrados
O câmbio pode ter vazamento de óleo?
Mancha de óleo no chão embaixo da caixa de câmbio, seja ela manual ou automático, indica um vazamento. Ele acontece quando as juntas estão defeituosas ou se ocorreu espanamento das roscas do bujão. Se a mancha não for grande, leve o carro até uma oficina de confiança. Se for muito grande, chame um guincho, lembrando que, no caso de carro com câmbio automático, tem que ser o do tipo plataforma.
Quando eu viro a direção até o final, um barulho vem da roda. O que é isso?
Provavelmente a junta homocinética quebrou ou está para quebrar. Para testar seu funcionamento, vire o volante para um lado até o final do curso e tente sair com o carro. Se ouvir um estalo vindo da roda, realmente a homocinética está quebrada. Troque-a assim que puder.
A direção hidráulica está muito pesada. Por quê?
• O fluído pode estar vencido, com o nível baixo ou misturado com água
• Deve-se verificar se há vazamento nas mangueiras ou em suas conexões
• A correia do compressor da direção pode estar frouxa
• As articulações junto ao sistema de direção, como terminais, ligamentos, e braços da direção, podem estar com folga. É necessário verificar em uma oficina. Em alguns casos, um ajuste pode resolver. Dependendo da situação - geralmente em casos de desgaste exagerado - pode ser necessária a troca das peças danificadas
• Defeito na caixa de direção
• Verificar alinhamento, cambagem e cáster
• Se a direção hidráulica fizer um ruído estranho ao ser esterçada de um extremo ao outro, esticar a correia soluciona o problema na maioria dos casos
Depois de passar em alta velocidade em um buraco, o volante começou a vibrar sem parar. O que pode ter acontecido?
• Desalinhamento da direção
• Rodas amassadas (provavelmente a que sofreu o impacto direto)
• Deslocamento da suspensão (bastante grave) ou quebra da barra estabilizadora
Nesses casos, só os consertos necessários e a troca das peças defeituosas resolverão o dano. Num impacto forte, a carroceria pode necessitar de realinhamento antes de a troca ser feita.
Um ruído contínuo e intenso vem das rodas quando o carro está em velocidade constante. Qual é o problema?
Se o barulho vier da extremidade do eixo, bem junto das rodas, rolamentos desgastados ou defeituosos podem ser o problema. Os rolamentos evitam o atrito entre o eixo e o cubo da roda. A simples substituição deles eliminará o ruído.
O freio parou de funcionar. Como devo agir?
A primeira providência é reduzir as marchas, para que o freio motor ajude a diminuir a velocidade do carro, e puxar o freio de mão gradativamente. Não puxe a alavanca toda de uma só vez. Isso pode fazer o carro dar um "cavalo-de-pau". Se você estiver no perímetro urbano e dependendo da velocidade, não haverá tempo para a redução das marchas. Passe para o freio de mão direto. Em rodovias, especialmente em descidas, vale a redução de marchas e o uso do freio de mão até a parada total do veículo ? no acostamento, de preferência. A falha do freio pode ter, basicamente, as seguintes causas: falta de fluído, vazamento do fluído por mangueira defeituosa, pastilhas ou lonas gastas ou cilindro-mestre (peça próxima do pedal do freio) com defeito. Primeiro verifique o nível do fluído no reservatório do freio. Chame o guincho para tirar o carro do local. Aproveite para fazer uma revisão geral ao mandar realizar os reparos.
O marcador de temperatura do painel mostra que há superaquecimento. O que fazer?
Pare o carro imediatamente. Se não fizer isso, ele esquentará ainda mais até queimar a junta do cabeçote ou até mesmo empenar o próprio cabeçote, o que comprometeria seriamente o motor. Com o veículo estacionado, abra o capô e espere o motor esfriar por quinze minutos. Usando um pano, abra com cuidado a tampa do reservatório de água do radiador para verificar se está vazio. Se estiver, ligue o carro e só então coloque água. Depois disso, verifique se há vazamento em alguma mangueira do radiador ou se a correia da bomba de água está frouxa. Essas são as causas possíveis do superaquecimento. Se estiver tudo em ordem, ligue o motor e espere aquecer até atingir aproximadamente 90 graus centígrados (verifique no marcador de temperatura no painel). Observe se a ventoinha entra em ação. Se ela não funcionar, desligue o motor. Pode ser que o sensor, um fusível ou ainda a ventoinha estejam queimados. Leve o carro ao mecânico e troque a peça defeituosa.
A luz indicativa da injeção eletrônica acende no painel. O que faço?
Se a luz acendeu mas o motor continuou funcionando, isso indica que há uma falha no sistema elétrico, provavelmente um curto-circuito. Leve o carro a um auto-elétrico para arrumar o defeito. Entretanto, se a luz acendeu e o carro parou em seguida, isso significa que o sistema de injeção está em pane. Não tente mexer. Apenas um mecânico especializado ou uma concessionária pode resolver o problema.
O limpador do pára-brisa está fazendo barulho quando funciona. Qual pode ser a causa?
Quando o barulho vem da base do limpador, o problema é com o mecanismo, que pode estar com defeito ou até mal lubrificado em alguns casos. Uma rápida verificação na oficina define isso. Se o ruído for produzido quando os limpadores passam pelo vidro, então a causa é a borracha das palhetas, que deve estar muito desgastada. Elas podem ser trocadas na hora, na própria loja onde foram compradas.
Ao ligar o motor, sai muita fumaça do escapamento. O que está aontecendo?
Fumaça escura é sinal de motor desregulado. Isso aumenta o consumo de combustível. Regular o motor resolve ambos os problemas. Fumaça azulada significa que está havendo queima em excesso de óleo do motor. Pode acontecer no caso de desgaste por quilometragem ou por uso indevido. As válvulas podem estar comd efeito ou mesmo desgastadas.

 
 
 
 

 

domingo, 11 de março de 2012

 
 
Mulheres estacionam melhor, são responsáveis pelo volume de compra de automóveis, e alugam carros para lazer e negócios
 
Foi-se o tempo em que a presença das mulheres no mercado de trabalho era considerada tabu ou ousadia. Tornou-se costumeiro vê-las em cargos de liderança, em profissões que exijam raciocínio lógico, e à frente do nosso país. Contudo, apesar do espaço conquistado e de concedê-las o devido valor, alguns preconceitos atávicos continuam tácitos em algumas esferas.
 
Escutar que mulheres não são boas motoristas é tão comum quanto é infundado. Não há estudos que comprovam a inabilidade das mulheres no volante, quando comparadas ao desempenho masculino. Pelo contrário. Um estudo divulgado em janeiro deste ano, encomendado pela maior rede de estacionamentos britânica, a NCP (NationalCar Parks), atesta que mulheres estacionam seus carros melhor que os homens. Num total de 20 pontos, a média das motoristas do sexo feminino foi 13,4 contra 12,3 dos homens.
 
E a relação das mulheres com os carros vai além das habilidades rotineiras. Elas são 50% da clientela e, pesquisas encomendadas pelas grandes montadoras mostram que as mulheres são responsáveis por mais de 70% do volume de compras, de forma direta ou indireta.
 
O público feminino tem vantagens em algumas seguradoras por serem mais cautelosas, já mudaram o cenário tétrico de algumas oficinas mecânicas e é presença confirmada no mercado de aluguel de carros. Em Dourados, no sudoeste de Mato Grosso do Sul, a franquia da Yes Aluguel de Carros atende um público feminino quebusca, sobretudo, veículos para turismo/negócios. “Cerca de 30% do nosso público, entre turismo e terceirização de frota, são mulheres que procuram carros para realizar atividades profissionais.”, diz Maria Inêz, gerente da franquia. Ela conta que a maioria de seus clientes preferem ser atendidos por mulheres na hora de efetuar uma locação. “Metade dos nossos clientes são mulheres e, pela minha experiência, posso dizer que elas se sentem mais confortáveis e seguraspara fechar negócio com outra mulher”. Outro mito, o de que mulheres preferem carros compactos, é desfeito pela gerente. Os carros sedan, que tem a traseira mais alongada, é o estilo mais requisitado pela clientela feminina que procura a franquia. “A visão machista que mal afama as mulheres motoristas deve ser desfeita e deve dar lugar à realidade de que as mulheres são tão boas, ou melhores, no volante que os homens”, acredita Maria Inêz.
 
O dito popular “mulher no volante, perigo constante”, perde gradativamente o impacto, e a cada vez mais se torna apenas uma rima, pobre de significado e semântica.
 
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=66834:elas-dirigem-bem&catid=71:categoria-veiculos&Itemid=367
 
 
 

sábado, 3 de março de 2012

Molas e amortecedores: essenciais para a estabilidade do seu carro

Categorias: Dicas, segurança
 
molas

Todo motorista que quiser manter seu carro seguro e em bom estado precisa prestar sempre atento aos itens principais da suspensão do veículo (representados pelas molas e amortecedores). Isso é tão importante quanto se lembrar de abastecer o seu automóvel.
A quilometragem do carro é a prioridade para manter o bom funcionamento. Isso porque, a cada 20 mil quilômetros, todo o sistema de suspensão precisa passar por uma revisão. Quando essa marca dobrar, atingindo os 40 mil quilômetros, os itens precisam ser trocados – e isso é uma recomendação dos fabricantes!
A falta de atenção dedicada a amortecedores e molas interfere, diretamente, na estabilidade do carro. É sempre bom pedir ao mecânico que dê uma boa olhada na suspensão quando você levar o carro na oficina para alinhamento e balanceamento. Também é essencial verificar, antes de sair da garagem, se há vazamentos ou se as hastes e borrachas estão limpas.
Caso os amortecedores e molas estejam desgastados, é preciso renovar os itens. Acontece que muitos motoristas prestam atenção somente aos amortecedores e se esquecem das molas. Vale a ressalva: é preciso substituir esses dois itens sempre que necessário. Afinal, um depende do outro para funcionar de maneira correta.
A suspensão de um carro, além de ser essencial para a segurança do veículo (já que garante a sua estabilidade), também é importante para proporcionar maior conforto aos seus passageiros. Em situações de derrapagem e curvas, a suspensão tem papel fundamental.
Os motoristas não devem se esquecer de que a direção defensiva é fundamental para o aumento da vida útil de amortecedores e molas. Cuidados como desviar de buracos e diminuir a velocidade em lombadas ajudam a manter a suspensão do carro em bom estado. E quem mantém o carro em ordem ajuda a praticar um Trânsito+gentil – evitando acidentes, engarrafamentos e todo o estresse que essas situações provocam. ;) 


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sexta-feira, 2 de março de 2012

Vazamento de óleo: problema sério com solução simples 

 


O que começa com um pingo no chão pode acabar com o seu motor.
Mancha de óleo na garagem é sinal de que algo não está bem, provavelmente o motor está com vazamento. Geralmente o problema começa com pequenos pingos de óleo que vão aumentando, deixando marcas cada vez maiores no local onde o carro fica estacionado. Isso significa que há uma perda de óleo, ainda que em pouca quantidade, mas contínua, que com o tempo, pode diminuir a lubrificação do motor. Se o problema não for identificado e reparado, o vazamento vai aumentando, podendo afetar o funcionamento do motor. Isso ocorre porque a perda constante que forma as machas no chão, reduz o nível do óleo no motor, que, por sua vez, funcionará em condições desfavoráveis, prejudicando o seu desempenho e podendo até comprometer a sua função.
Esse tipo de problema foi identificado em 35% dos veículos inspecionados pela Agenda do Carro. Mas por que o vazamento de óleo acontece? Em geral, ocorre quando há o desgaste natural das peças que servem para vedação e que são compostas por juntas que podem ser químicas (silicone), metálicas, de borracha, entre outros materiais.
O problema também pode estar no retentor que, como o próprio nome diz, é uma peça que tem como principal função reter óleos, graxas e outros tipos de fluidos, que devem ser contidos no interior de uma máquina, evitando também a entrada de impurezas do meio externo como, por exemplo, terra, areia, poeira, etc.
Um motor é um sistema integrado de componentes, onde um item complementa o outro. Os fabricantes revelam que a origem do vazamento geralmente não começa no retentor. Por isso, se for necessário substituir o retentor, é sinal que será preciso fazer uma investigação apurada para detectar a origem do problema.  
Mas é importante frisar que só o um mecânico pode identificar quais são as causas do vazamento de óleo, fazendo uma análise completa em toda a área antes que seja limpa. Só uma checagem detalhada de um especialista pode determinar com precisão as causas do vazamento. Para isso, o mecânico precisa checar todo o percurso do vazamento. Por isso, procure uma oficina de sua confiança para fazer o reparo.
Para detectar o local exato do defeito, deve-se verificar se a área externa de vedação principal está úmida, e ainda, se o acúmulo de pó e sujeira estão úmidos. Em caso afirmativo, o retentor deve ser trocado. Como o problema não começa nessa peça, outras áreas também devem ser supervisionadas.
Todos os detalhes são importantes para que o diagnóstico seja eficaz. É necessário verificar se o diâmetro externo do retentor está seco ou úmido. As marcas devem estar uniformes em toda a circunferência. Do contrário, o retentor pode ter sido mal instalado ou o alojamento não está em ordem.
O alojamento também precisa ser checado para verificar se há marcas ásperas de usinagem, rebarbas ou ranhuras que permitem a passagem do lubrificante. As marcas de martelo, na entrada do alojamento, podem também danificar a carcaça, o que facilita a ocorrência de vazamento.
Se a vedação principal apresentar desgaste excessivo, contaminação por partículas estranhas, cortes ocasionados, superfícies mal acabadas ou rebarbas, endurecimento, ondulações ou aspecto que demonstre degeneração pode ser que exista incompatibilidade entre o fluido e a borracha.
A vedação principal tem como função reter o fluido quando o eixo está na condição dinâmica ou estática. Quando está dura ou quebradiça pode ocasionar alta temperatura no motor, além deixar a lubrificação inadequada ou inexistente.
Todos esses detalhes devem ser levados em consideração para que o reparo do vazamento de óleo seja solucionado. E não se esqueça de exigir peças de qualidade que atendam às especificações do fabricante do veículo. Até uma simples borracha, se não for de qualidade, pode colocar tudo a perder. Para efetuar a aplicação do retentor, por exemplo, é necessário utilizar o tipo de borracha que seja compatível com a peça, garantindo, assim, a sua eficiência.
O vazamento de óleo, além de colocar em risco o funcionamento do motor do seu carro, também polui o meio ambiente. A mancha de óleo que fica no chão da garagem, torna-se um agente altamente nocivo ao ambiente. 

http://www.carro100.com.br/artigos/vazamento.php

quinta-feira, 1 de março de 2012

Quando a idade do veículo aumenta, a manutenção diminui

Em cada dez carros até dois anos, sete fazem manutenção preventiva, diz pesquisa

A frota brasileira está estimada em 27,8 milhões de veículos, segundo Estudo da Frota Circulante do Sindipeças, dos quais 20 milhões (63%) possuem mais de cinco anos de idade. Considerada uma frota relativamente nova com idade média de nove anos, o problema incide justamente nas condições dos veículos.
O motorista espera que o veículo dure para sempre. Não tem o hábito de fazer manutenção preventiva. O mais preocupante é que o descuido aumenta à medida que o veículo tem mais idade, o que é muito pior, pois, é justamente com o uso e o desgaste que a manutenção se torna essencial.
A pesquisa realizada pela GIPA, órgão internacional especializado em pós-venda, revela que em cada 10 carros até dois anos 7 fazem manutenção preventiva, já em veículos com idade entre 10 e 15 anos apenas 4 em cada 10 são cuidados de forma preventiva. A soma dos veículos que não fazem manutenção com idades entre 10 e 15 anos totaliza mais de 5 milhões de unidades, volume superior a frota circulante de automóveis dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia que equivale a 4,9 milhões.
O maior problema da falta de manutenção é que o veículo pode colocar em risco a vida dos ocupantes e de outras pessoas, sendo um fator determinante que pode contribuir para que acidentes graves aconteçam. O motorista deve se preocupar com as condições de seu veículo para garantir até a sua própria segurança no trânsito.
Entre os principais problemas encontrados estão conservação ou fixação deficiente das correias, limpador e lavador do parabrisas danificados, folga ou falhas no pedal da embreagem, lâmpadas dos faróis principais fora de funcionamento e vazamento de óleo.
Gastos maiores também podem ser evitados se o motorista não esperar pelo defeito. Uma correia dentada custa, em média, R$ 150, mas, se não for trocada no tempo correto e arrebentar, pode gerar problemas no motor que levem a um prejuízo de até R$ 4 mil.
Como forma de sensibilizar o dono do carro mostrando os benefícios da manutenção preventiva para garantir um veículo seguro para trafegar e reduzir as emissões de poluentes e consumo de combustível, o GMA tem o programa Carro 100% / Caminhão que consiste em campanha institucional para conscientizar motoristas e treinamento para mecânicos sobre os conceitos básicos da manutenção preventiva que é mais em conta, em média, 30% do que a corretiva.
É necessário que haja mobilização por parte dos reparadores para que os motoristas criem o hábito da manutenção preventiva. É uma questão muito séria, pois veículos que circulam em mau estado podem causar acidentes.