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terça-feira, 31 de dezembro de 2013
sábado, 28 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Descubra como dirigir com segurança à noite
Veja as dicas para se manter segura ao volante mesmo na escuridão.
Camila Neves em 11.10.2011

(Foto: Thinkstock)
Atenção redobrada
A dica mais importante para dirigir com segurança no escuro é ter cautela. Isso porque de noite a nossa visão tem menor alcance e é preciso redobrar a atenção. Essa preocupação também acarreta maior tensão na pessoa que está dirigindo, então o ideal é que a mulher só pegue no volante de noite quando se sentir bem segura. “A escuridão realmente dificulta as coisas para quem dirige, então é melhor pegar a estrada apenas depois de treinar muito durante o dia, com o céu claro. Luz artificial nem sempre ilumina o suficiente”, alerta a psicóloga Cecilia Bellina, de São Paulo. Outro conselho é nunca exceder o limite de velocidade e se não se sentir segura, manter-se à direita e evitar ultrapassagens. Por último, evite acender a luz interna do carro (mesmo que a sua carona precise muito dar o último retoque na maquiagem). “quando a luz interna do carro está acesa, a pupila da motorista dilata e absorve mais a luz, o que prejudica a percepção do que está acontecendo lá fora, no escuro”, explica a psicóloga.
Posso ultrapassar o sinal vermelho à noite ou de madrugada por segurança?
Nem sempre. Em algumas cidades, como Goiânia, em Goiás, as câmeras que fotografam o desrespeito ao sinal vermelho são desligadas durante a madrugada e o semáforo opera no amarelo piscante. Já em São Paulo, SP, onde o trânsito é mais pesado em qualquer horário, não é assim. Os semaforos funcionam durante toda a noite e o desrespeito ao vermelho é motivo para multas. Nesse caso, a CET recomenda como medida de segurança que, ao perceber o semáforo vermelho à frente, o motorista reduza a velocidade para dar tempo de acender a luz verde.
Evite ser assaltada
Pequenas atitudes que fazem a maior diferença:
■ Evite andar de vidros abertos (principalmente à noite).
■ Procure estacionar o carro em um lugar movimentado e seguro (melhor ainda se você puder ficar com as chaves).
■ Não deixe bolsas e objetos de valor, como celular, GPS e aparelho de som, à mostra.
■ De noite, diminua a velocidade quando perceber que o semáforo está quase fechando.
■ Procure andar por lugares já conhecidos e avenidas movimentadas.
Saiba mais em: http://claudia.abril.com.br/especiais/mulheres-ao-volante
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Postado em 15/12/2013 15:16 Atualizado em 15/12/2013 12:25
Evite as panes elétricas
nas viagens de fim de ano
Mariana CzerwonkaPortal do Trânsito
Dando continuidade às reportagens para que os leitores do Sobre Rodas façam uma boa revisão dos seus carros antes de pegar a estrada para as festas de fim de ano, desta vez o SR foi conversar com o empresário Júlio César Alves Bento, da Tecnoar, empresa especializada em eletricidade e manutenção de aparelhos de ar-condicionado. Para ele, a parte elétrica é a primeira que deve ser resolvida porque o sistema elétrico dos carros é o grande responsável por controlar toda a tecnologia instalada nos veículos.
“As panes elétricas são as causas mais comuns de problemas no carro. Isso acontece porque a verificação do sistema elétrico não é feita regularmente pelo motorista”, explica ele. O empresário ensina que mesmo o carro não tendo problemas, é importante checar a bateria.
“Muitas vezes a bateria pode estar solta ou bamba dentro do suporte. É preciso consertar para que as placas não fiquem balançando. Verificar o nível de água também é preciso e limpar bem os polos ajuda a conservar a bateria porque ela é o principal componente do sistema elétrico do carro e alimenta todo o conjunto”, diz ele.
Já em relação ao alternador, Júlio César comenta que ele é essencial para o sistema elétrico, pois sem ele o carro dependeria somente da energia acumulada na bateria. “Precisamos verificar sempre o embuchamento e a escova do alternador para evitar dificuldades na partida do motor. Se a luz da bateria do painel acender, corra para uma oficina para verificar o funcionamento do alternador porque ele não estará carregando a bateria”, ensina.
Outro item que Júlio César chama a atenção é a verificação das lâmpadas dos faróis e das lanternas que são muito importantes na sinalização dos carros porque evitam acidentes. “Recomendamos as trocas das lâmpadas por motivos de segurança, para que o motorista não tenha problemas durante uma viagem à noite”, adverte o empresário. Ainda segundo ele, as luzes de posição e as setas também devem ser verificadas para evitar colisões. Por serem luzes mais utilizadas, é recomendável a troca anual. “Devemos lembrar que não se deve esperar a lâmpada queimar para efetuar a troca. Ela deve ser feita com a lâmpada ainda funcionando, para evitar o risco de queima durante uma situação onde ela é necessária”, completa.
Como regra simples, ele explica que quando o carro dá uma pane e não dá mais partida, mas as luzes do painel permanecem acesas, o problema pode ser bomba de combustível ou bateria. “Se você ligar a chave do carro e direcionar os ouvidos para onde está localizada a bomba e ouvir um ‘clic’, é porque a bomba está funcionando, caso contrário é a bateria. Por outro lado, quando você dá partida e não tem luz nenhuma é porque a bateria está descarregada”, finalizou Júlio César.
Fonte: JM Online
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Bateu ou raspou o carro?
Martelinho de ouro só serve quando a tinta não foi tirada.
Veja 10 dicas para escolher funilaria e pintura
Martelinho de ouro só serve quando a tinta não foi tirada.
Nem sempre é válido desamassar, pois a peça vai ficando mais rígida.
Denis Marum
Especial para o G1
Trabalho de funilaria exige especialista; nem sempre o retrabalho da peça é indicado
(Foto: Denis Marum/G1)
Bater o carro é sempre desagradável. Depois da famosa discussão sobre “de quem é a culpa?”, você liga para o corretor, se tiver seguro, e recebe uma lista de oficinas para escolher onde levar seu carro: mas como decidir? Não escolha apenas pela localização, procure conhecer a oficina. Veja abaixo 10 dicas do que um bom local de funilaria e pintura deve ter para fazer um serviço de qualidade.
Tem alguma dúvida sobre cuidados com o carro? Mande no espaço para comentários. As questões selecionadas serão respondidas em futuras colunas.
Desconfie do que é muito barato
Bons profissionais cobram pela qualidade. E, ao contrário de outros serviços, um trabalho mal feito em funilaria e pintura às vezes só aparece com o tempo: o verniz começa a descascar, a pintura fica manchada e o retrabalho é inevitável.
É funileiro ou pintor?
Dificilmente um só funcionário vai dar conta, e bem, de todos os serviços
(Foto: Denis Marum/G1)
A grande maioria das oficinas possui uma estrutura definida, com
funcionarios administrativos e técnicos em reparação. Neste ramo de
atividade não cabe a figura do “faz tudo”, principalmente nas funções
básicas: funilaria ou pintura.Há exceções, em que um funcionário é bom nos dois serviços, mas, geralmente, cada um deles exige um especialista.
Martelinho ou funilaria?
Martelinho só serve quando a tinta não foi tirada e é para pequenos reparos
(Foto: Denis Marum/G1)
Existe até curso para ensinar a técnica e as ferramentas usadas são específicas: este é um trabalho bastante delicado, são necessárias centenas de batidinhas para corrigir o amassado, por isso ele só é feito em pequenas áreas. Se a oficina oferece o serviço, provavelmente é porque ela tem de fato um técnico preparado: é difícil alguém se arriscar porque não vai conseguir “enganar” num tipo de serviço tão minucioso. Há oficinas que não têm um especialista, mas terceirizam esse serviço.
Desamassar nem sempre é bom
Solda MIG
(Foto: Denis Marum/G1)
Avalie a situação: desamassar é indicado para pequenos reparos, como as famosas "raspadas". Entenda que todo retrabalho em chapa metálica (desamassar, esquentar, estanhar) provoca mudanças na resistência estrutural da chapa. Ela se torna menos maleável, mais rígida, e com o tempo e o uso do carro podem surgir deformações permanentes.
Para oficinas que possuem solda MIG (veja foto ao lado), este problema fica minimizado, pois a caloria da solda é concentrada em uma pequena área, preservando a estrutura da chapa.
No caso de para-choques, no entanto, o retrabalho é uma opção mais econômica, principalmente para veículos importados em que o preço das peças chega a ser dez vezes maior em relação ao valor do retrabalho.
Se você optar por peça nova, ao final do serviço, solicite para ver a peça velha.
Peça recondicionada (desmanche)
O assunto é polêmico. Se pensarmos pelo lado da sustentabilidade, não há problema em usar uma peça recondicionada. Desde que o serviço seja bem executado, o resultado será satisfatório. Porém, se pensarmos que uma parte deste mercado é abastecida de forma ilegal, aceitar peças de outros carros gera um certo desconforto.
De uma maneira ou de outra, o importante é que a utilização ou não destas peças deve ser combinada antecipadamente, até porque peças novas custam mais caro.
Vai pintar? Olhe a limpeza
Proteção das peças não envolvidas na pintura é importante
(Foto: Denis Marum/G1)
Uma das grandes preocupações nas instalações das montadoras é a limpeza
do setor de pintura, tanto que a maioria nem permite a visitação dele e
os funcionários trabalham todos cobertos. Qualquer poeira ou pó é
motivo para interromper a linha de produção.Claro que as oficinas não são tão sofisticadas quanto as fábricas, mas as boas possuem cabine de pintura, ferramentas de polimento com aspirador acoplado e funcionários uniformizados.
Proteger o restante da lataria com material apropriado é importante: fuja de quem utiliza jornal, pois o ácido das folhas pode deixar manchas. O ideal é cobrir o carro com papel especial vendido por lojas de tintas, que não dissolve quando em contato com a tinta, não mancha e nem gruda na lataria.
Preparador de tinta
Mais conhecido como colorista, este profissional é fundamental para que seu carro não saia com duas cores. Em grandes oficinas, existe um laboratório para acerto de tintas e o colorista fáz parte do quadro de funcionários; já nas pequenas empresas esse trabalho é terceirizado.
O acerto de cores busca igualar a tonalidade de uma tinta nova com a tinta “cansada” (do carro). As diferenças são mais evidentes em cores básicas como branco, vermelho e amarelo. Portanto, se você possui um carro com uma destas cores, pergunte ao orçamentista como ele pretende acertar a tonalidade da tinta.
Secagem da tinta
Polimento pode ser necessário depois de um tempo para certas peças
(Foto: Denis Marum/G1)
As tintas automotivas possuem um tempo de cura (secagem) que varia de
acordo com o fabricante. Estufas de secagem, que são um local
apropriado, com temperatura controlada, abreviam esse tempo. Porém,
apesar de comuns nas fábricas, elas são encontradas em poucas oficinas.Se a oficina que você escolher não tiver esse equipamento, saiba que, em alguns casos, você terá o incômodo de levar a peça repintada para polir depois de uns 2 meses do serviço realizado. É o caso capuz, a peça mais incômoda de se repintar. Não fique bravo com o pintor se a peça ficar opaca depois de alguns dias: a culpa pode ser da caloria do motor. Ela provoca uma secagem desordenada do verniz e da tinta. Nada que um polimento não resolva.
Meio ambiente
Toda boa oficina deve seguir a legislação em relação à coleta de resíduos. A água utilizada deve ser tratada antes de retornar para a rede pública e os residuos de tinta, vernizes e solventes devem ser armazenados e coletados por empresa especializada.
Boa e velha indicação
Fechando o assunto, uma boa indicação é sempre bem-vinda. Como falamos no início, trata-se de um processo onde a habilidade do técnico é fundamental para o resultado do trabalho. Portanto, pergunte para quem já precisou e descubra onde estão os bons profissionais.

Dono de oficina em São Paulo, Denis Marum é formado em engenharia mecânica e tem 29 anos de experiência com automóveis. Nesta coluna no G1, dá dicas sobre cuidados com o carro.
http://g1.globo.com/carros/oficina-do-g1/noticia/2013/11/bateu-ou-raspou-o-carro-veja-10-dicas-para-escolher-funilaria-e-pintura.html
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