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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Detran dá dicas para evitar estresse no trânsito
















Psicóloga credenciada do Detran explica como diminuir o estresse ao volante
(Por Cristina Souza)

Em consequência do crescente número de veículos em circulação nas vias públicas todos os dias, o trânsito pode causar estresse, principalmente aos condutores que residem nos grandes centros urbanos. No Acre, o tamanho das ruas não tem acompanhado o aumento da frota, que sofreu uma elevação de 50% nos últimos cinco anos.
Ocorrem várias situações no trânsito que proporcionam desgaste emocional, como congestionamento, motociclistas imprudentes, pedestres atravessando fora das faixas e ciclistas pedalando na contramão. Tudo isso gera, nos condutores, aversão ao trânsito, desencadeando reações impulsivas, violentas e desastrosas.
Para a psicóloga credenciada do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Luana Lyra, as reações vão depender, principalmente, da personalidade do envolvido. “A ansiedade e agressividade só pioram a situação. Por isso, a melhor saída é criar um ambiente para relaxar e dirigir sem preocupações”, declara.

Quatro dicas para evitar o estresse no trânsito:
- Saia de casa com um bom tempo de antecedência, para evitar os atrasos;
- Escolha caminhos alternativos. Trafegar por avenidas movimentadas durante o horário de pico é aumentar as chances de aborrecimentos;
- Procure mentalizar boas coisas enquanto estiver no trânsito. Pensamentos ruins podem deixá-lo ainda mais irritado ou cansado;
- Faça exercícios respiratórios. Inspire o ar, prenda-o por alguns segundos e solte-o em seguida. É uma boa maneira de se acalmar.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Dicas para cuidar bem de seu carro

Talita Inaba Portal do Trânsito
   
 
Enquanto muitos motoristas têm o costume de tratar seus carros como um serviçal, o ideal seria pensar mais nele como um parceiro. Tratar o automóvel com carinho e atenção pode gerar muitos quilômetros extras e um consumo menor de combustível, melhorando o ar no meio ambiente e poupando alguns trocados ao motorista. No fim das contas, cuide bem do seu carro que ele cuidará bem de você. Para isso, conheça 10 dicas simples e úteis que devem prolongar a vida do seu carro e diminuir os custos de consumo e manutenção.

1) Óleo do motor

O óleo do motor refrigera, limpa e lubrifica o coração do automóvel. O ideal é checar o manual do carro pois cada veiculo possui uma especificação. Também é bom ficar de olho no adesivo colado no para-brisa que tem a próxima data onde deverá ser feita a troca, além de ficar atento ao mostrador do painel. Lembre-se de recorrer a uma autorizada para realizar a operação.

2) Pressão adequada aos pneus

Andar com as pressões no ponto certo dos pneus diminui significativamente o consumo de combustível e impede o superaquecimento, que gera desgaste precoce e riscos de acidentes. Para quem tem dúvida, a pressão adequada vem gravada no manual, na porta do carro e na lateral de cada pneu, variando conforme o modelo e o peso que o veículo carrega.

3) Manutenção de componentes do motor

Não trocar as velas, filtros de ar, de óleo e de combustível e até o carburador no período recomendado resulta num consumo até 25% maior além de desgaste excessivo. Estes componentes do carro trabalham em conjunto e sofrem com combustíveis de baixa qualidade. Em média, a troca das velas deve ser realizada a cada 20 mil quilômetros, o filtro de ar a cada 15 mil, o de combustível a cada 10 mil quilômetros e filtro de óleo deve ser trocado junto com o óleo do motor. O carburador pode durar até 80 mil quilômetros, em média.

4) Deixar de fazer alinhamento e balanceamento

Procedimentos que devem ser realizados a cada 10.000 quilômetros, ou após trocas de pneus ou outros componentes, assim como também em caso de batida nas rodas, longos trechos de trepidações e outras intempéries. O procedimento previne que desgaste irregular dos pneus ocorra, assim como aumenta a segurança dos passageiros. As rodas "cantando" a baixas velocidades ou direção imprecisa ou vibrando são fortes indícios de que está na hora de alinhar e balancear o automóvel.

5) Deixar de usar peças originais na reposição

O uso de peças genéricas na reposição ao invés de originais pode gerar problemas mecânicos e acidentes, além da possível perda de garantia. As peças legítimas passam por rigorosos testes de qualidade, enquanto às paralelas podem danificar o automóvel. Vale ressaltar que o mecânico que instalar, sem consentimento do proprietário do veículo, produtos de qualidade inferior, assim como piratas ou recondicionados, pode responder judicialmente em uma possível eventualidade.

6) Transitar com o giro do motor em níveis inadequados

Dirigir o veículo com o giro muito alto, ultrapassando a marca vermelha do conta-giros, ou muito baixo, como 40 km/h em quarta ou quinta marcha, pode causar desgaste prematuro e até possível quebra do motor e da transmissão. O recomendado é evitar tais situações, limitando a utiliza-las apenas eventualmente, como em ultrapassagens, no caso do giro alto.

7) Dirigir com o motor super aquecido

Quando o termômetro acusa superaquecimento, o ideal é parar em local seguro, abrir a tampa do capô, esperar o carro esfriar completamente e verificar o reservatório de água. Caso o volume estiver abaixo do nível recomendado pelo indicador no próprio reservatório, basta completar com água normal. Mas atenção: tal procedimento deve ser realizado com muito cuidado, pois o reservatório de água pode conter vapores em alta pressão e causar queimaduras graves. O ideal é conferir o nível semanalmente ou antes de viajar, evitando chegar a esse ponto crítico.

8) Manter o carro limpo

Manter o veículo limpo, por dentro e por fora, é mais do que uma questão estética. A limpeza do interior evita o acúmulo de substâncias nocivas à saúde, como ácaros e fungos, que podem causar crises de alergia. Caso o carro fique sujo do lado de fora, a pintura é comprometida e pode apresentar manchas, assim como outros componentes do exterior.

9) Manter o pé sobre a embreagem

Dirigir deixando o pé na embreagem é o suficiente para evitar o engate completo. O conjunto da embreagem funciona via fricção, manter o pé sobre o pedal esquerdo mantém o engate desacoplado. A embreagem sofre com esse atrito, levando ao desgaste prematuro e até quebra.

10) Mão sobre o câmbio durante a condução

Um erro comum e aparentemente inofensivo, manter a mão sobre a alavanca de câmbio não é uma boa idéia. Ela está diretamente conectada à caixa de marchas e a menor pressão é transmitida ao seletor. Com o tempo, a troca de marchas começa a apresentar barulhos, além de menor durabilidade. O uso deve ser restrito, assim como o pedal de embreagem, apenas às trocas de marchas.

Fonte: Ig.com.br 
 
http://portaldotransito.com.br/dicas/dicas-uteis/dicas-para-cuidar-bem-de-seu-carro 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

CONTATOS

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Sinal amarelo: o que fazer?

Passar no amarelo dá multa? 

Devo parar ou avançar? 

Tire estas e outras dúvidas e dirija com mais segurança


Imagem: Thinkstock
Imagem: Thinkstock

Quem nunca ficou em dúvida sobre o que fazer no sinal amarelo? O ideal é frear ou ultrapassar? Se avançar, dá multa? À noite ou de madrugada, quando estiverem piscando, o que pode significar e como agir? Estas e outras questões são muito comum, afinal, pouco se fala sobre regulamentações de trânsito quando o assunto é o farol amarelo.
Para entender o que é correto fazer, o professor de Direito do Trânsito Pablo Assunção explica a sinalização do trânsito afundo e relembra alguns pontos cruciais para qualquer mulher dirigir bonito. “O sinal verde indica permissão de prosseguir na direção, respeitando as normas gerais de circulação e conduta de trânsito. A luz amarela é ‘atenção’ e alerta o condutor que se deve diminuir a velocidade e parar o veículo com segurança, prestando atenção se o carro de trás está em uma distância segura para brecar também. Já a vermelha sinaliza obrigatoriedade de parar”, pontua Pablo.
Leia também:
Polícia Militar, Guarda Municipal e outros… Saiba quem pode multar no trânsito
Você conhece bem as placas? Descubra!
Painel do carro: entenda de vez todas as luzes atrás do volante

Com estas regrinhas básicas bem entendidas, confira abaixo nosso manual sobre os semáforos e acerte em cheio no trânsito.

Passar no amarelo dá multa?

Pablo afirma que segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não existe regulamentação sobre o semáforo amarelo ser visto como tipo penal. “Avançar no sinal vermelho é infração gravíssima, portanto, o mais importante é ter prudência e bom senso na luz amarela. Como a troca de cores é rápida e o mesmo serve para avisar o motorista, deve ser respeitado”

O que é mais indicado fazer?

O farol amarelo existe para evitar acidentes e freadas bruscas. “O correto é parar, a não ser que já esteja depois da metade do cruzamento. Preste atenção se não tem nenhum carro rápido atrás e que possa colidir com você e inicie a frenagem segura: isto evita o risco de passar no vermelho e ser pego por quem está saindo de uma pista transversal, por exemplo”,  garante o professor.
Seguir a ordem de atenção também evita que pare em cruzamentos e prejudique o tráfego ou ainda estacione em cima da faixa de pedestres, ambas consideradas infrações de trânsito e multas garantidas.

Farol amarelo piscando

O farol amarelo piscando durante a noite ou na madrugada, indica passagem livre, mas com atenção, naquela via. O condutor pode atravessar em uma velocidade segura sem risco de ser multado.
Portanto, motoristas, o mais importante é analisar a velocidade que você está, a extensão do cruzamento, o horário e decidir com segurança. Mas não se esqueça: parar no farol amarelo é a atitude mais prudente.
 
http://blogs.bolsademulher.com/decarona/2013/11/05/sinal-amarelo-o-que-fazer/

domingo, 1 de dezembro de 2013

SEGURO RESIDENCIAL - PORTO SEGURO

Garantias e benefícios para sua casa

O Porto Seguro Residência foi feito para garantir o seu patrimônio e superar suas expectativas.
Além de todas as coberturas de um completo seguro residencial, com garantias que vão desde danos elétricos, incêndio e roubo até responsabilidade civil, ele oferece vários benefícios para você e sua casa, através do Porto Seguro Serviços.
Sua residência habitual ou de veraneio estará sempre protegida.

Lei Federal - 12.741 - 08/12/2012 - TRIBUTOS INCIDENTES - FORMAÇÃO DOS PREÇOS: Empresa: PORTO SEGURO CIA. DE SEGUROS GERAIS - CNPJ: 61.198.164/0001-60, COFINS: 4% / PIS: 0,65% - Observação: IOF informado na apólice de seguro.

FÉRIAS TRANQUILAS.....CUIDADOS AO SAIR DE CASA.


Julia Chequer/R7 

 Cuidados ao sair de casa ajudam a garantir
férias tranquilas, dizem especialistas


Confira abaixo algumas dicas de profissionais; moradores precisam fazer sua parte.

 Julia Chequer/R7




O professor de física Marco Antônio de Souza avisa os vizinhos do lado e deixa chinelos na soleira da porta quando viaja para evitar assaltos

Dezembro e janeiro são os meses em que os cuidados com casas e apartamentos precisam ser redobrados. Principalmente para quem viaja neste período, quando, de acordo com especialistas, aumenta o número de roubos e furtos em residências. Justamente por isso, a reportagem do R7 conversou com profissionais que trabalham na área de segurança e reuniu algumas dicas para evitar que os moradores voltem das férias e se deparem com uma desagradável surpresa. Para Hamilton Costa, diretor da empresa de segurança GS, é necessário adotar um conjunto de medidas para diminuir as chances de assalto. Cuidados como suspender assinaturas de jornais e revistas enquanto a pessoa estiver fora para evitar que se acumulem correspondências na soleira da porta, desligar água e gás e combinar com alguém de confiança para limpar a frente da casa são essenciais. Evitar espalhar a viagem também ajuda. No caso de moradores de apartamentos, existem ainda outras medidas específicas:
- A chave do apartamento não deve ficar na portaria e sim com algum vizinho. Se alguém for trabalhar no local, tem que se identificar na portaria.
Pretendendo ficar praticamente um mês no litoral paulista logo após do Natal, o professor de física Marco Antônio de Souza, que mora em Santo Amaro, zona sul de São Paulo, tem na ponta da língua as medidas que toma para viajar tranqüilo:
- Aviso os vizinhos do lado, deixo chinelos na soleira da porta e coloco um carro na garagem. Também deixo uma luz fraca ligada na parte de trás da casa.
A experiência, segundo ele, veio depois que uma vizinha foi roubada durante uma viagem: - Uma vizinha uma vez viajou por uma semana e não avisou ninguém, não tomou nenhuma providência. Um cara ficou rondando a casa dela e percebeu que estava vazia. Quando ela voltou tinham levado tudo.
Ainda segundo os especialistas, o momento crítico para roubos e furtos ocorre duas semanas antes do Natal. Como são comuns viagens nesta época do ano, Victor Saeta, vice-presidente da Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo), ressalta que os moradores, principalmente de prédios, precisam afinar a comunicação:
- Precisa haver entrosamento entre os seguranças e os condôminos. Os moradores não podem reclamar de ter que identificar um convidado, por exemplo. Para evitar um assalto você tem que prever a ação dos assaltantes e o condômino pode ser a chave para eles entrarem no prédio.
Confira abaixo algumas dicas para aumentar a segurança de sua residência:


Não comente sua viagem com desconhecidos
Comunique sua ausência a um vizinho de confiança. Telefone para ele de vez em quando para saber se está tudo bem
Em ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas. Peça que ele abra e feche janelas, regue jardins, entre com um carro na garagem
Desligue a campainha. Assim, quem tocar ficará em dúvida se há alguém em casa
Não deixe joias ou dinheiro em casa, mesmo dentro de cofres. Utilize cofres de bancos
Se a viagem for longa, deixe dois jogos de chaves com pessoas de confiança para facilitar o acesso ao local em caso de emergência

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Os três problemas mais comuns ao viajar de carro

Os três problemas mais comuns ao viajar de carro

Talita Inaba Portal do Trânsito
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A temperatura do motor lá em cima, os pneus com problemas e o freio está esquisito. Conheça os três problemas que mais deixam os motoristas a beira da estrada e acabam com os planos de uma viagem tranquila. Antonio Cesar Costa , consultor técnico da Oficina Brasil – maior rede de franquias de serviços automotivos do Brasil – montou uma lista com os principais problemas e soluções.

1- Pneus – Pneus desgastados com pouca borracha e profundidade de sulco , além de diminuir a adesão ao solo,consequentemente diminuindo também a segurança,estão mais sujeitos a penetração de objetos perfurantes, obrigando a paradas para troca de pneus. É bom revisar os pneus antes de enfrentar uma estrada, verificando seu desgaste e profundidade, assim como a calibragem correta, levando-se em conta o peso com o qual se vai viajar. Verificar também o estepe, primeiro para se certificar que ele realmente está onde deveria( existe uma crescente onda de furto de estepes) e segundo verificar se sua calibragem está de acordo (nada mais desagradável do que descobrir que o estepe está “murcho” no meio da estrada).

2- Arrefecimento- Verificar o nível e a qualidade do liquido do arrefecimento, também conhecido como “água do radiador”. O sistema de arrefecimento é responsável pela manutenção da temperatura ideal de funcionamento do motor. Caso esse sistema esteja com problemas, durante a viagem, onde o motor atinge altos giros ou mesmo quando enfrentamos um engarrafamento na estrada, pode ocorrer o superaquecimento do motor entrando esse liquido em ebulição - o motor “ferver”. Isso danifica o motor, principalmente o cabeçote que pode vir a empenar. Nesse caso o prejuízo ao bolso é bem salgado.

3- Freios- Outro cuidado que o motorista precisa ter antes de pegar uma estrada e que deixa muitos na mão, é o relacionado ao sistema de freios. Peças desgastadas ou com vazamentos, além de por em risco a segurança, podem causar transtornos durante a viagem, e aquilo que deveria ser só lazer, termina em cima de um guincho. Ao pisar no pedal de freio acionamos as quatro rodas e uma quantidade considerável de peças que precisam estar em boas condições. Se a viagem inclui trechos em serra ou grande declives, o sistema de freios tem uma importância ainda maior e deve ser usado junto com o freio motor (descer com uma marcha engatada). Os problemas mais comuns são o superaquecimento das peças de atrito causando uma fadiga dos materiais e a ebulição do fluido de freios ( quando este está contaminado). Faça sempre a manutenção preventiva do sistema, obedecendo o que é indicado no manual do proprietário.

De uma forma geral, antes de “pegar” uma estrada é preciso ter a certeza de que o veículo está em boas condições. Para tanto uma visita ao mecânico é sempre aconselhável. Itens como palhetas, lâmpadas, chave de roda, marcador de combustível, itens de sinalização obrigatória como triangulo e pisca alerta além de uma documentação em dia, também devem ser observados antes da viagem.

Fonte: Bem Paraná
 
http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/os-tres-problemas-mais-comuns-ao-viajar-de-carro